VeinViewer no Laboratório:
Agora, um hemograma com menos dor e risco!

Para alguns pacientes e seus familiares a coleta de sangue para um simples hemograma (um dos exames mais comuns realizado nos laboratórios) é um momento estressante. Principalmente para pacientes de difícil acesso venoso como idosos, obesos, hipertensos, desidratados, entre outros. Mas também para crianças e pessoas com fobia a agulhas.

Com a tecnologia não invasiva do VeinViewer, os profissionais de saúde que fazem a coleta de sangue poderão ver os vasos até 10mm de profundidade, projetados sobre a pele através de uma luz quase infravermelha em imagem de alta definição, permitindo a identificação das melhores veias para a punção do paciente e assim, tornará o procedimento de a coleta de sangue mais seguro, com mais qualidade e facilidade, além de prevenir potenciais complicações por exemplo hematomas.

Bons profissionais de saúde são indispensáveis. Com o VeinViewer esses profissionais irão agir com mais qualidade e acurácia em sua rotina profissional.

PRINCIPAIS COMPLICAÇÕES RELACIONADAS À COLETA DO SANGUE VENOSO

Segundo Torres, Andrade & Santos (2005), a punção venosa periférica constitui-se em uma das atividades mais frequentes realizadas pelos profissionais de saúde, sendo que a execução deste procedimento envolve conhecimentos advindos da anatomia, fisiologia, farmacologia, psicologia, entre outros inclusive a habilidade prática. É considerada uma técnica invasiva visto que o cateter provoca o rompimento da proteção natural e como consequência a comunicação entre o sistema venoso e o meio externo.

A diminuição das complicações relacionadas à punção venosa para coleta de sangue está diretamente relacionada ao correto manuseio dos materiais e equipamentos utilizados para o procedimento, ao conhecimento do profissional que realiza a coleta, ao uso dos equipamentos de proteção individual (luvas), assepsias corretas (lavagem das mãos antes, durante e após a punção), descarte correto de materiais perfuro cortantes e manutenção asséptica das salas de coleta.

Desta forma é possível concluir que a operacionalização do processo de coleta de sangue deve ser alvo de treinamento constante concedido ao pessoal de enfermagem, incluindo normas e rotinas específicas e claras para o entendimento de todos os envolvidos.

As principais complicações relacionadas à punção para coleta de sangue venoso descrito pela SBPL/ML (2009) são:

  • Hematomas: pode ocorrer durante ou após a realização da punção venosa. Nos casos em que o hematoma é visualizado pelo profissional durante a coleta indica-se retirar o torniquete e a agulha imediatamente e realizar compressão local por um período de dois minutos, sendo indicado o uso de compressas frias para atenuar a dor.
  • Punção em Artéria: acidentalmente, no momento em que está se puncionando a veia pode ser puncionada uma artéria, a identificação de que esta ocorreu, ao invés daquela, é feita pela visualização de um sangue vermelho vivo e em forma de jato fluindo. Retira-se a agulha e o torniquete e recomenda-se a compressão local por cinco minutos e uma eficiente oclusão no local da punção. Neste item cabe ressaltar a importância da identificação da veia a ser puncionada antes da realização do procedimento, como foi descrito anteriormente, uma vez que sendo esta identificação correta o risco de se puncionar uma artéria é mais difícil.
Veja o VeinViewer em ação durante coleta de sangue:

Atualmente o Infusion Nurse Society (INS) dos Estados Unidos divulgou um documento de fundamental importância relativo às "Recomendações para a melhoria das práticas de segurança com cateteres periféricos" que abrange uma declaração com nove pontos ("statement of position") para promover e garantir práticas seguras na colocação de cateteres periféricos curtos por profissionais da saúde.

Publicado no jornal "Infusion Nursing", o jornal reconhece a falta de padronização e conhecimento em práticas seguras com cateteres periféricos curtos como um fator-chave que contribuem para os riscos de segurança do paciente e resultados. Uma das recomendações feitas pela força-tarefa composta por sete membros de especialistas em terapia de infusão foi "incorporar tecnologia de visualização venosa como uma estratégia de rotina para pacientes com acesso venoso difícil ou pobre. Tecnologia de visualização podem melhoras as taxas de sucesso, diminuir tentativas mal sucedidas e melhorar a satisfação do paciente".

VeinViewer nos Laboratórios

Todos os estudos científicos analisados para comprovar a recomendação da tecnologia infravermelho em punções intravenosas, foram estudos feitos usando o VeinViewer da Christie Medical, o inventor e líder mundial em sistemas de imagem de projeção venosa.

OU SEJA:

Chega de veias difíceis, estresse e ansiedade. Os laboratórios já podem contar com a tecnologia VeinViewer para proporcionar aos seus pacientes um momento de coleta mais confortável e satisfatório.

Com o VeinViewer os laboratórios vão inaugurar um novo padrão de atendimento aos seus clientes.

Há evidencias cientificas que comprovam que o VeinViewer:
  • Aumenta a chance de acerto na primeira punção em 100%.
  • Aumenta a satisfação do paciente em 100%.
  • Localiza válvulas e bifurcações que auxilia na tomada de decisão para definir o melhor local a ser puncionado.
O Laboratório Hormonal já utiliza o VeinViewer em suas unidades. Confira no vídeo abaixo:

COMO UM LABORATÓRIO MODERNO E UP-TO-DATE NÃO OFERECE TAL TECNOLOGIA A SEUS CLIENTES?

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Mais um procedimento no qual o VeinViewer pode ser utilizado e trazer benefícios: PRP

O PLASMA RICO EM PLAQUETAS (PRP) é uma novidade terapêutica que consiste em aplicar as próprias proteínas de crescimento celular do paciente em diferentes áreas do corpo para favorecer seu rejuvenescimento.

O passar do tempo atinge a pele, o tecido celular subcutâneo (gordura), músculos e ossos, produzindo, em cada um deles, alterações que caracterizam ao envelhecimento. Agora podemos reverter muitas dessas alterações utilizando os FATORES DE CRESCIMENTO CELULAR do próprio paciente.

Todas estas proteínas estimulam de maneira potente a regeneração e reprodução celular pelo qual são muito úteis em tratamentos de rejuvenescimento facial, oferecendo assim uma cútis renovada, hidratada, com boa elasticidade. É útil também como coadjuvante nas lipoenxertias faciais ou de glúteos ou como cicatrizante após de cirurgias de abdome ou mama.

Para o procedimento são necessários 20 a 30 minutos. É realizada ambulatoriamente. É necessário obter uma quantidade mínima de sangue do paciente.

(http://www.cirurgiaplastica.org.br/cirurgias-e-procedimentos/minimamente-invasivos/plasma-rico-em-plaquetas/)

O VeinViewer pode auxiliar nos procedimentos de plasma rico em plaquetas (PRP) a:
  • Identificar o melhor local para o acesso
  • Visualizar, identificar e gerenciar as veias "bailarinas".
  • Visualizar possível obstrução da veia
  • Reduzir a dor e o estresse do paciente

Utilizando o VeinViewer, muitas veias que estariam indetectáveis sem um localizador de veias, podem ser encontradas e mapeadas. Portanto toda vez que um procedimento tipo PRP esteja sendo efetuado seja em processo estético, medicina esportiva ou odontológico, o VeinViewer pode ajudar.

Existem dois modelos – VeinViewer Vision2 e VeinViewer Flex. Veja em nossa página de produtos.