Por que o VeinViewer tem um espaço especial junto a pediatria?

Imagem do artigo Por que o VeinViewer tem um espaço especial junto a pediatria? 14 de janeiro de 2015

Quase um bilhão de punções venosas são realizadas anualmente nos USA. No Brasil isto se repete, afinal, acesso IV, tanto central como o periférico, é uma das maiores modalidades de tratamento utilizados na assistência à saúde da maioria dos pacientes hospitalizados, chegando a representar um recurso vital para alguns. Apesar de ser um procedimento médico aparentemente simples este pode se tornar um processo difícil e doloroso a depender do paciente, como no caso dos pacientes pediátricos.

Pacientes com difícil acesso venoso (DAV) podem incluir:

• Pacientes idosos;

• Pacientes pediátricos e neonatos;

• Pacientes desidratados;

• Pacientes de pele negra;

• Pacientes obesos, cuja veias não podem ser visíveis ou palpáveis;

• Pacientes em choque;

• Vítimas de queimaduras;

• Pacientes agitados ou inquietos (como ocorre usualmente com pacientes pediátricos);

• Pacientes oncológicos;

• Pacientes que realizam muitos procedimentos intravenosos, diagnósticos ou terapêuticos.

O maior desafio em obter um acesso venoso é ter sucesso na primeira tentativa. Em pacientes pediátricos este desafio é ainda maior.

Existem diversos estudos realizados ao longo dos anos para tentar melhorar a eficiência em obter o acesso venoso. A maioria destes estudos fornece a média de punções realizadas até se obter o acesso venoso. Em 2005 foi realizado um estudo (nos USA) para entender os déficits no processo de obtenção do acesso venoso. O número médio de tentativas foi de 2.4 sendo que o número de punções nesse estudo variou entre 1 a 14 tentativas (nos piores casos). Em outro estudo a média de tentativas necessárias chegou a 2.9.

Em Pacientes pediátricos os números são ainda piores. Em outro estudo realizado nos EUA em 2005, com pacientes pediátricos, a média documentada de punções foi de 6. Trabalhos internacionais mostram taxas de insucesso que variam de 9% a 36% em pacientes pediátricos. O desconforto e sofrimentos destas crianças é o suficiente para demonstrar a necessidade de desenvolver novas habilidades e métodos mais eficientes para acesso IV.

A redução de tentativas resultaria na redução da dor e em um incrível aumento no nível de satisfação dos pacientes e familiares.

Nós acreditamos que o VeinViewer é uma destas técnicas disponíveis para minimizar a dor dos pacientes pediátricos.

Provas de como o VeinViewer atua na pediatria:

Inúmeros profissionais têm-se empenhado em agregar as inovações tecnológicas na prática de punção, dentre elas destaca-se o uso do US. O Uso do US aponta redução do número de tentativas de punção, menor tempo no procedimento, menos redirecionamento do cateter e satisfação do paciente. O mesmo ocorre com o VeinViewer.

A punção venosa, quando realizado em pacientes pediátricos, tende a ter alto grau de dificuldade. Considere os desafios associados com o acesso vascular pediátrico: pequenas veias, pontos de acesso limitado devido ao tamanho e à presença da “gordura do bebê’”, administrar a ansiedade da criança e de seus familiares.

Estes desafios são a razão pela qual Pediatria é normalmente uma das primeiras áreas que se deve adquirir um dispositivo de realidade aumentada como o VeinViewer.